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Na sequência dos últimos comunicados de imprensa da Softline Brasil. Clique no título para mais detalhes.

  • EXAME.com - Softline compra Compusoftware e cria gigante de TI no Brasil
    25-01-2016

    São Paulo - A Softline, multinacional russa de soluções de TI, acaba de comprar a brasileira Compusoftware, que vende licenças de software corporativo (majoritariamente da Microsoft) e presta serviços de infraestrutura.

    O valor do acordo não foi divulgado. Juntas, elas esperam alcançar um faturamento de 150 milhões de dólares na América Latina no ano fiscal 2015/2016, que termina em março.

    A meta da companhia combinada, que passa a se chamar Softline Brasil e estaria entre as cinco maiores do subcontinente no ramo de tecnologia, é aumentar as receitas em algo entre 10% e 20% nos próximos 12 meses.

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    Com o negócio, a operação brasileira se torna a mais importante do grupo Softline fora da Rússia. A empresa, que tinha cerca de 100 clientes por aqui, passa a incorporar os 500 da carteira da Compusoftware.

    Objetivos complementares

    A negociação durou aproximadamente seis meses. "Foi muito rápido porque as sinergias são muito grandes. O objetivo deles vai muito ao encontro do nosso", disse José Azevedo, presidente da Sofline Brasil, em entrevista exclusiva a EXAME.com.

    Antes de assumir a nova empresa, Azevedo comandou a Compusoftware por cerca de um ano e meio – e tinha a missão de atrair um investidor para fazê-la crescer.

    A princípio, ele contratou um banco para ajudá-lo nessa busca, mas o processo não deu certo. Foi então que apareceu a Softline.

    A companhia russa está no Brasil desde 2014. Ela tinha planos de crescer organicamente no país, mas, em meio à crise econômica, optou pela aquisição para acelerar seu processo de expansão.

    Sua estratégia é se consolidar em mercados emergentes como aqui e a Índia (onde ela também chegou em 2014) e se tornar robusta o suficiente para abrir seu capital.

    "Queremos nos tornar uma ‘blue chip’ para aqueles que investem nos BRICs", disse Igor Borovikov, fundador e presidente do conselho da Sofltine, em nota.

    O IPO deve acontecer dentro dos próximos três a cinco anos, na região da Europa ou Ásia.

    "Ainda não está definido. Há um grupo fazendo os processos internos, estamos negociando em que bolsa vamos nos lançar", contou a EXAME.com Gustavo Capart, diretor de vendas, marketing e serviços LATAM da Softline.

    Graças ao acordo, os planos das duas empresas avançam: enquanto a Softline ganha escala no Brasil, a Compusoftware se internacionaliza.

    Ao fazer parte de um grupo multinacional, a brasileira diversifica seu faturamento e fica mais forte para atravessar a crise econômica.

    "Com a desvalorização do dólar, que é a principal moeda de trading dentro do nosso mercado, não dá. É preciso trazer receitas de outros países", disse Azevedo.

    Como fica

    A Compusoftware tinha cerca de 86 funcionários no país, distribuídos entre escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

    Já a Softline estava presente em São Paulo e em Brasíla e empregava 30 pessoas.

    Os escritórios de São Paulo já foram integrados e, ao final de todas as sinergias, a Softline Brasil deve terminar com 100 empregados.

    EXAME.com - Softline compra Compusoftware e cria gigante de TI no Brasil
  • Huawei e Softline - Parceiros estratégicos globais
    28-12-2015

    Softline e Huawei assinaram uma aliança estratégica global. Softline pode agora oferecer aos seus clientes o serviço de plataforma de nuvem da Huawei e fornecer soluções e serviços de pós-venda.

    Huawei é um fabricante global de telecomunicações e servidores em mais de 170 países. Tem centenas de filiais em todo o mundo e vinte centros de pesquisa na estrutura dos oitos escritórios regionais. A empresa hoje emprega mais de 140 mil pessoas.

    Softline é um fornecedor internacional de soluções e serviços que operam nos mercados da Rússia, CIS, América Latina, Índia e Sudeste Asiático. A empresa oferece soluções integradas de TI, licenças de software, equipamentos e serviços relacionados. A plataforma de nuvem Softline oferece aos clientes acesso a nuvem pública, privada e híbrida.

    Um acordo global estratégico de parceria foi assinado na sede da Huawei em Shenzhen; Igor Borovikov, Presidente do Conselho de Administração da Softline, e Raymond Lau – Presidente da Huawei em parcerias e alianças.

    Extensa rede de cliente e conhecimentos técnicos da Softline no campo das tecnologias de nuvem, bem como eficiente serviço de suporte, darão múltiplas possibilidades para a colaboração mutuamente vantajosa. Em particular, a aliança permitirá a Huawei aumentar o percentual de vendas de soluções de telecomunicações e provedores e a Softline a oferta de fornecedores de plataforma de nuvem FusionSphere. A solução permite que as empresas e prestadores de serviços criem e gerenciem serviços em nuvens privadas, públicas e híbridas. A virtualização e a unificação de interface gráficas de O & M, fornecem uma gestão eficaz de recursos de computação e de rede, a plataforma FusionInsight permite análises de big data. Além disso, é um produto de software para o ambiente de trabalho - FusionCloud - na estrutura da solução.
    Pelo acordo, a Softline pode implementar plataforma de nuvem da Huawei nos datacenters próprios ou dos clientes, oferecendo soluções confiáveis, rápidas, seguras e com o melhor ´custo-benefício´.
    ´A Softline tem o maior nível de parceria da Huawei, além de uma vasta experiência no mercado de TI. Este acordo irá fortalecer ainda mais a aliança com o desenvolvedor e aumentar a distribuição global das suas soluções entre os nossos clientes.´ - Resumiu Ivan Yunnikov, gerente de desenvolvimento de negócios Huawei na Softline.

    Huawei e Softline - Parceiros estratégicos globais
  • Estratégia de adoção da nuvem: uma questão de lucro
    10-12-2015

    Em setembro eu estava na Índia em reunião com um dos clientes corporativos da Softline para ter uma conversa sobre a adoção da nuvem. Eu fui cumprimentado pelo CIO, nós apertamos as mãos, trocamos cartões de visita, e quase imediatamente ele disse: ´Eu sei que você está aqui para tentar me vender Nuvem, mas deixe-me lhe poupar algum tempo e apenas dizer que eu não estou interessado´. Esta não é uma reação muito incomum, mas eu queria entender os motivos, então eu perguntei: ´OK, eu entendo. Mas se me permite, por quê? Por que não está interessado em Cloud?´. Então, ele respondeu:´Vários fornecedores do mercado indiano me disseram que eu precisava adaptar todos os VMs do meu datacenter e movê-los para a nuvem imediatamente para reduzir o custo. E você deve compreender que tendo feito investimentos em Software, Hardware, Datacenter Infraestrutura, Pessoas, Treinamento, etc ... isso é irreal. Apenas migrar VMs para a nuvem não pode e não vai reduzir meus custos´. Minha resposta: ´Você está absolutamente correto. Se o que todas as pessoas estão dizendo sobre cloud é que você precisa para mover seus VMs para um local diferente ... eu concordo com você. Você não deve fazê-lo. Você tem um investimento funcional, pessoas inteligentes, serviços. Esse tipo de proposta de valor para uma grande empresa como a sua, não faz sentido´.

    E, neste ponto, uma distinção crucial precisa ser feita. Algumas pequenas e médias empresas * podem * obter benefícios de custo dos aspectos de gestão de infra-estruturas simplificadas através da pura execução na Infra-estrutura da nuvem. Mas, quando se trata de empresas maduras, investimentos estratégicos em infra-estrutura de TI, Operações e Aplicações, este raramente é o caso. Estou convencido de que, não importa quantas horas que possamos a trabalhar em estudos de TCO, quando se trata de nuvem, o discurso de custos a nível corporativo está condenado.

    Que aprendizados chave podemos tirar desta história?
    1. Na maioria dos casos a adoção da nuvem não é um projeto de TI. Quase todos os projetos de Nuvem a nível empresarial em que eu estive envolvido foram em relação ao futuro e não ao passado. Tem sido sobre redefinir uma solução, um mercado, abordando uma nova base de clientes, em conformidade com uma nova regulamentação do governo, o acesso a novas informações que se tornaram disponíveis, etc. Isto significa que a adoção da Nuvem é um projeto de Estratégia de Negócios, que impulsiona a utilização de uma determinada tecnologia que simplifica a execução de um negócio
    2. Adoção da nuvem não é um projeto de Redução de custos. Pelo contrário, é um novo negócio. A adoção da Enterprise Cloud é sobre lucros da próxima geração. Como faço para chegar a mais e novos clientes, como faço para melhorar a sua experiência, como faço para oferecer novos serviços, como faço para superar os meus concorrentes? Cloud é apenas um pedaço de tecnologia. Um aspecto muito inovador e poderoso. Mas deve ser muito mais do que custos.
    3. A adoção da Nuvem deve ser uma resposta a uma necessidade de negócios. Eu sou um completo descrente nas ´The 4 Trends CIOs cares about in 2016´ ou qualquer coisa dessa natureza. Eu não acredito que empresas devem ir para a nuvem "apenas porque ...´ Estou firmemente convencido de que os CIOs de sucesso se preocupam com uma única tendência global: Crescimento do negócio. Richard Hunter e George Westerman tem feito um trabalho fantástico explicando este conceito em seu livro: ´Real Business of IT: Como CIOs criam e comunicam valor´.

    Em resumo, foi isso que eu disse naquela reunião depois de concordar que a conversa de custos é limitada: ´Cloud é sobre a criação de novos mercados e oportunidades, tornando seus concorrentes obsoletos e entregando soluções que são verdadeira e Nativamente Globais, exponecialmente e mais rápido para o mercado´. ´Então, o caminho certo para discutirmos nuvem é planejar um workshop com as pessoas chave pelo Desenvolvimento de Negócios, pelo Marketing , pela Estratégia Empresarial e pelos clientes.´ Isto é o que nós planejamos como seguimento dessa reunião . Agora, como você planeja uma atividade? como ...?

    O que deve ser uma estratégia de adoção da nuvem?
    O Framework básico para projetar uma estratégia de nuvem é aquele em que uma análise de negócios avançada for concluída, determinado número de necessidades tecnológicas tornam-se claras e alguns desses que estariam em melhor situação se fossem implementados na nuvem. As dimensões-chave que incentivam cada um dos nossos clientes para levarem em consideração:
    1. Diretoria de Negócios: A primeira área de interesses óbvio é, onde o negócio da empresa está indo? Como é a receita hoje e como o lucro vai evoluir nos próximos anos? O que os seus concorrentes estão fazendo? Sua solução é mutável? É o problema do cliente que você aborda de forma relevante no longo prazo? Quais são as dinâmicas de mercado que influenciam o seu negócio? Exemplo: Você é o próximo negócio de aluguel de DVD prestes a ser substituída por Netflix e RedBox ... Você pode ser a repetição do que se tornou a AirBnB Hotels?
    2. Atuais e futuros clientes: A maioria das empresas hoje são limitadas pelas fronteiras geográficas e culturais, pelas expectativas do cliente (´O que eu posso fornecer de solução para os clientes nas regiões onde estou presente e com os meus recursos disponíveis?´) E, em seguida, Uber veio junto. AirBnB veio junto. AWS veio junto. A Nuvem torna a possibilidade de sua empresa se tornar irrelevante em questão de meses, se não semanas, muito real. É importante reavaliar constantemente seus serviços a partir da experiência do cliente e da perspectiva de oportunidade.
    3. Regulamentações Governamentais e outras ´variáveis não controláveis´: finalmente, e criticamente importante, todas aquelas coisas que você não pode controlar, mas precisa planejar. Os governos estão começando a ter algo a dizer sobre o que pode e o que não pode acontecer na Cloud. Muito em breve, relativamente falando, haverá frameworks complexos por país ou região, definindo o que é aceitável e o que não é em termos de uso da nuvem. A partir da entrega dos Serviços de Armazenamento da informação, regras aparecem, e muito provavelmente serão complexas. Fornecedores de Serviços de Internet provavelmente irão se tornar mais sofisticado quando se tratar de alocação de tráfego e de cobrança. E estes são apenas alguns exemplos. Mas, fundamentalmente, uma boa estratégia de nuvem deve incluir o planejamento necessário para que, se for preciso, aplicações e informações possam ser divididas em nuvens públicas e nuvens privadas, de forma relativamente rápida e sem muita complexidade. Isto será muito importante. Muito em breve.

    Uma análise multidimensional dessas variáveis fornece os insights que lhe permitirão projetar uma estratégia bem sucedida de Enterprise Cloud. Depois disso, será importante encontrar o parceiro certo de tecnologia para trabalhar nos detalhes e ajudá-lo a implementá-lo. E, se executado corretamente, seu negócio será levado para o próximo nível e novas oportunidades serão reveladas.
    Mas, indo da maneira contrária - a partir de ´Let’s Go Cloud´, à procura de algo que se encaixa em Nuvem - irá transformar a sua exploração em frustração.

    Estratégia de adoção da nuvem: uma questão de lucro
  • TI Bahia - Softline reforça importância do mercado nordestino na sua estratégia de crescimento
    24-11-2014

    Empresa participa do Congresso de Informática e Telecomunicações, realizado pela SUCESU Bahia, um dos eventos mais renomados da região.


    Salvador, 24/11/2014 – A Softline, empresa especializada em serviços de TI e líder desse mercado na Rússia e leste europeu, reforça a importância da região Nordeste na sua estratégia de crescimento e anuncia a participação na edição deste ano do Congresso de Informática e Telecomunicações. Realizado pela SUCESU Bahia, o encontro ocorre entre os dias 26 e 28 de novembro no Gran Hotel Stella Maris, localizado na Praia de Stella Maris em Salvador.

    “Presente em 27 países com mais de 79 escritórios, a Sofline chancela a importância da região Norte e Nordeste para a estratégia da empresa ao participar do encontro da SUCESU. Além de São Paulo, Salvador foi a primeira cidade escolhida para abrirmos uma filial, pois acreditamos no potencial e na carência da região por bons serviços”, avalia Roger Melo, diretor da Softline no Brasil. Para os próximos três anos, a empresa anunciou investimentos de US$ 20 milhões na operação brasileira.

    O Congresso de Informática e Telecomunicações SUCESU Bahia terá como tema central a tríade “Tecnologias, Ideais e Oportunidades”. Está prevista a participação de mais de 700 executivos entre profissionais, CIOs, diretores e gerentes de TI, acadêmicos e estudantes. “O encontro reúne os setores público e privado de toda região e será uma excelente oportunidade para apresentarmos a Softline para um público bastante importante na nossa estratégia”, afirma Roger Melo.

    Durante o evento, a Softline apresentará seu portfólio de serviços em parceria com grandes players do mercado global como Microsoft, Oracle, VMware, Citrix e Veeam. Além disso, no dia 28/11 (sexta-feira) às 14hs, a Softline vai apresentar um Case de Sucesso América Latina, apresentando a solução Azure da Microsoft aplicada para Governo.

    Trata-se de uma ferramenta de cloud computing que promove um levantamento de indicativos como saneamento básico, educação, saúde e etc dos municípios ou estados. “Com base no cruzamento dessas informações, é possível criar índices de desenvolvimento e priorizar os investimentos, tomando decisões baseadas nas necessidades específicas e demandas de cada região”, explica Roger de Melo.

    O início das operações da Softline no Brasil, anunciado no final de outubro, traz para o mercado nacional 20 anos de experiência, oferecendo soluções end-to-end de tecnologia que incluem infra-estrutura, cloud computing, virtualização, colaboração, segurança, mobilidade e data center.

    Sobre a Softline - A Softline é uma multinacional russa, provedora de soluções de negócios que utiliza tecnologia para resolver as necessidades de seus clientes, fazer as empresas crescerem, economizarem e serem mais produtivas. Apontada pela CNews Analytics como uma das quatro maiores empresas russas de IT, a Softline investe em parcerias duradouras e estáveis com as principais marcas do mercado de TI desenhando e implementando soluções customizadas de ponta a ponta para cada cliente. Presente no mercado desde 1993, a empresa está presente em 27 países e faturou, em 2013, U$ 950 milhões.

    TI Bahia - Softline reforça importância do mercado nordestino na sua estratégia de crescimento
  • Baguete - Softline anuncia chegada ao Brasil
    22-10-2014

    A Softline, distribuidora russa de software parceira de multinacionais como Microsoft, Oracle, VMware, Citrix e Veeam, acaba de abrir as portas no Brasil, por meio de uma sede em São Paulo e uma filial em Salvador, na Bahia.

    A companhia anunciou investimentos de mais de US$ 20 milhões na operação brasileira para os próximos três anos.

    “Nossos planos para o Brasil são bem otimistas e vamos trabalhar duro para atingir nossos objetivos de negócios. Para o próximo ano, a empresa planeja abrir outras duas filiais para melhor cobertura geográfica”, afirma Igor Petlyakov, vice-presidente da Softline Internacional, que esteve em São Paulo nesta quarta-feira, 22, para o lançamento da empersa no país.

    A Softline é uma empresa de porte, com faturamento de U$ 950 milhões em 2013 e a meta de superar o US$ 1 bilhão neste ano. A companhia já está presente em 27 países com mais de 79 escritórios.

    Sobre a América Latina, a estratégia da empresa parece ter sido comer pelas bordas, abrindo primeiro operações no Chile, Argentina e Venezuela para depois se arriscar no principal mercado da região. O México está nos planos para 2015.

    A principal contratação da empresa no Brasil é o diretor de Marketing Roger Melo. Ex-diretor de Marketing da AMD, Melo exerceu a mesma função na Intel em nível latino americano e foi gerente de comunicação corporativa da Microsoft no Brasil.
    Além de Melo, a reportagem do Baguete conseguiu averiguar outras seis contratações no Brasil, a maioria de profissionais com até cinco anos de experiência, incluindo dois ex-SoftwareOne, multinacional suíça que atua como distribuidora Microsoft no Brasil.

    A Softline chega ao país em um momento no qual o segmento de distribuição nacional parece ter entrado na mira de grupos estrangeiros. Nos últimos meses, dois distribuidores nacionais (Network1 e CNT) foram adquiridos por grupos de fora (ScanSource e Arrow, respectivamente).

    Com estimativa de vendas líquidas para 2014 de R$ 850 milhões e 400 funcionários, a Network1 era uma das maiores distribuidoras do Brasil.

    A chegada de empresas como a Softline, com grande capacidade de investimento e aparentemente dispostas a construir sua presença do zero, é outro adicional no cenário.

    Agora é ver como o mercado como um todo vai se comportar. O segmento vem diminuindo suas taxas de crescimento há três anos, passando de 7% em 2012 para apenas 2% em 2013 de acordo com dados da Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação (Abradisti).

    Baguete - Softline anuncia chegada ao Brasil
  • IT Forum 365 - Softline desembarca no Brasil com planos ambiciosos
    22-10-2014

    Companhia russa abrirá filiais em São Paulo e Salvador e investirá US$ 20 milhões na operação local nos próximos três anos.

    A Softline anunciou nesta quarta-feira (22/10), durante evento realizado em São Paulo, a abertura de dois escritórios da companhia no Brasil. As unidades, que ficarão em São Paulo e em Salvador, serão responsáveis por gerir os negócios da companhia no País, que investirá US$ 20 milhões na operação local nos próximos três anos. De acordo com o diretor de Marketing para o Brasil, Roger Melo, a capital baiana foi escolhida por ter uma demanda reprimida de serviços, o que cria uma excelente oportunidade. Já São Paulo foi selecionada por centralizar as grandes companhias do mercado e por seu caráter corporativo.

    Na última década, a companhia obteve crescimento superior a 40% em todos os anos. Em 2013, faturou US$ 950 milhões, e espera ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão até o final deste ano. Segundo o vice-presidente da companhia, Igor Petlyakov, a estratégia para o mercado local manterá o forte ritmo dos últimos anos.

    Presente em 27 países e com 79 escritórios, a Softline aposta no mercado latino-americano, com Brasil e México como países-chave na estratégia de expansão da companhia, que trabalha com soluções fim a fim incluindo infraestrutura, cloud, virtualização, segurança, mobilidade e data center. Na América Latina, a companhia já opera na Argentina, Peru, Colômbia, Venezuela, Chile e Costa Rica. Para o próximo ano, a expectativa é iniciar as operações no México.

    A companhia quer chegar ao final de 2017 com mais três escritórios em pontos estratégicos do País, o que fará a receita da companhia proveniente do Brasil saltar dos US$ 15 milhões previstos para o final do ano fiscal da companhia (em março de 2015) para US$ 90 milhões, visto que parte do lucro obtido será reinvestido na operação local.

    Parceira das grandes fabricantes do mercado de TI, como Microsoft, VMware, Oracle e Citrix, a empresa utilizará o data center da Microsoft no Brasil, apesar de possuir sua própria estrutura na Rússia. “No Brasil, trabalharemos nos posicionando como uma provedora de soluções de negócio, usando a tecnologia como base e infraestrutura para fazer as empresas crescerem e economizarem. Alinhamos toda a operação para ter a execução com todos os parceiros no Brasil. Queremos oferecer competitividade para o cliente para que ele se torne mais produtivo”, explica Melo.

    Ainda sem um country manager definido, a operação nacional está sob a gestão do gerente de desenvolvimento de negócios, Demian Gil Mariño. De acordo com Melo, o executivo que assumirá o cargo deverá ser anunciado no começo de 2015. Ele será o responsável por gerenciar todo o andamento e a estratégia da operação no mercado local, já que a empresa prefere ter equipes inteiramente locais para gerenciar as atividades em linha com o mercado.

    “A estrutura da empresa no País será completa, com vendedores, equipes de pré e pós-venda. Também teremos especialistas de marketing em cada um dos escritórios para que ele entenda as necessidades locais de cada cliente, além de gerentes de projetos e arquitetos para trabalhar nas soluções”, detalha Melo.

    O executivo ainda destaca a oportunidade de desenvolver melhor o mercado de cloud no Brasil ao ressaltar a expertise da companhia em vender esse tipo de serviço para cada um dos clientes, sejam eles PMEs ou grandes corporações. Inicialmente, no entanto, a companhia focará inicialmente nos negócios de médio porte.

    “Queremos entender o que as empresas precisam para oferecer as melhores soluções. No Brasil não temos um legado do passado em cloud. Podemos fazer uma abordagem diferenciada dos demais parceiros, oferecendo soluções para nuvem e já com todas as vantagens que ela traz”, relata Melo.

    Apesar de ser uma estratégia comum no mercado, a Softline não irá adquirir, inicialmente, uma empresa local para obter mais visibilidade e aceitação no mercado. Segundo Petlyakov, a companhia seguirá apostando no crescimento orgânico. “Conseguimos crescer organicamente. No futuro, pode ser que haja alguma aquisição, mas agora, isso é algo que não planejamos fazer. Crescemos devagar, mas é a maneira que pretendemos fazer”, conclui Petlyakov.

    IT Forum 365 - Softline desembarca no Brasil com planos ambiciosos
  • Computerworld - Russos da Softline fincam bandeira no Brasil
    22-10-2014

    Integradora de TI planeja investir US$ 20 milhões e ter cinco escritórios no País em dois anos, quando pretende faturar US$ 90 mi na operação local.

    A Softline acaba de fincar uma bandeira em solo brasileiro. Uma não, duas. A integradora russa que trabalha com soluções Microsoft, Oracle, VMware, Citrix e Veeam abriu dois escritórios no Brasil, um em São Paulo e outro em Salvador, com meta de empregar 40 funcionários ainda esse ano. A companhia planeja investir US$ 20 milhões ao longo dos próximos três anos na operação local.

    “Vamos trabalhar duro para atingir nossos objetivos de negócios”, comenta Igor Petlyakov, vice-presidente e responsável pelo projeto de internacionalização da empresa. O executivo ressalta planos otimistas quanto ao desempenho no mercado nacional. A ideia é abrir outras três filias até o final de 2016 e empregar ao todo 70 pessoas no País nesse mesmo intervalo de tempo.

    O faturamento previsto para o mercado local já para o primeiro ano gira em torno de US$ 15 milhões, com saltos consideráveis nos períodos subsequentes: US$ 45 milhões (em 2015) e US$ 90 milhões (2016). A ideia é atingir esse crescimento de maneira orgânica.

    A função de country manager está temporariamente com Demian Gil Mariño, líder de desenvolvimento de negócios da companhia. A Softline, contudo, deve anunciar um executivo local para tocar os escritórios no país em breve.

    A chegada ao Brasil alinha-se a um processo de internacionalização pelo qual a provedora. A meta de atingir 50% de suas receitas de mercados fora da Russia, o que representa um desafio interessante, se considerar que atualmente 90% das receitas vem do mercado russo.

    De acordo com a integradora, seu crescimento anual ao longo da última década supera a taxa de 40%. Em 2013, faturou US$ U$ 950 milhões. A expectativa é chegar a US$ 1 bilhão já esse ano.

    Atualmente, a Softline está presente em 27 países com mais de 79 escritórios. A ideia é, até o final de 2017, atuar em um total de 35 países. O foco da estratégia mira, primariamente, América Latina e Ásia. Na região, possui bases também na Argentina, Peru, Colômbia, Venezuela e Costa Rica. Nos planos, ainda, há um escritório no México previsto para o próximo ano.

    A companhia atua com ofertas que incluem infraestrutura, cloud computing, virtualização, colaboração, segurança, mobilidade e data center. O portfólio de alianças contempla, além dos já citados acima, outros grandes provedores de tecnologia, como SAP, IBM, HP, Cisco, entre outros.

    Computerworld - Russos da Softline fincam bandeira no Brasil
  • Softline anuncia chegada ao Brasil
    07-10-2014

    Empresa russa especializada em soluções de TI inicia operação no País como parte da sua estratégia de expansão internacional

    A Softline, empresa especializada em soluções de TI, líder desse mercado na Rússia e com forte atuação em países da América Latina e Ásia, anuncia o início das operações no Brasil. A chegada da empresa é um passo importante na estratégia de expansão internacional da companhia, presente em 27 países com mais de 79 escritórios. Para os próximos três anos, estarão sendo investidos mais de US$ 20 milhões na operação brasileira, que contará com duas filiais no País, uma em São Paulo e outra em Salvador.

    Ao anunciar a chegada ao Brasil, Igor Petlyakov, vice-presidente da Softline Internacional e responsável pela expansão global da companhia, reforçou a importância do Brasil para a Softline, que tem como meta o fortalecimento da sua expansão internacional. Até o final de 2017, a empresa tem planos de atuar em 35 países com foco em LATAM, EMEA e APAC. Além do Brasil, a empresa planeja o início das operações no México no próximo ano.

    “Nossos planos para o Brasil são bem otimistas e vamos trabalhar duro para atingir nossos objetivos de negócios. Para o próximo ano, a empresa planeja abrir outras duas filiais para melhor cobertura geográfica e replicar, no País, o modelo de crescimento que temos ao longo da nossa história”, afirma o executivo.

    Ao longo dos 20 anos de existência da empresa, a Softline vem apresentando um desempenho surpreendente com crescimento superior a 40% por ano nos últimos 10 anos. Em 2013, a empresa faturou US$ U$ 950 milhões e espera chegar a US$ 1 bilhão em 2014.

    Parceira global da Microsoft, Oracle, VMware, Citrix e Veeam, a Softline traz 20 anos de experiência, oferecendo soluções end-to-end de tecnologia que incluem infra-estrutura, cloud computing, virtualização, colaboração, segurança, mobilidade e data center. “Chegamos ao Brasil com um portfólio diversificado de soluções baseados em nossos parceiros principais Microsoft e Oracle e com foco no ambiênte de núvem, seja privada, pública ou híbrida. Nosso grande diferencial são os serviços que nos permitem entender as necessidades dos clientes, desenhar a solução e trabalhar a implementação, atuando assim de ponta a ponta”, conclui Roger Melo, Diretor de Marketing da Softline no Brasil.

    Sobre a Softline - A Softline é uma multinacional russa, provedora de soluções de negócios que utiliza tecnologia para resolver as necessidades de seus clientes, fazer as empresas crescerem, economizarem e serem mais produtivas. Apontada pela CNews Analytics como uma das quatro maiores empresas russas de IT, a Softline investe em parcerias duradouras e estáveis com as principais marcas do mercado de TI desenhando e implementando soluções customizadas de ponta a ponta para cada cliente. Presente no mercado desde 1993, a empresa está presente em 27 países e faturou, em 2013, U$ 950 milhões.

    Softline anuncia chegada ao Brasil

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